Capa do dia

Polícia reconstitui assassinato de operário


As Polícias Civil e Científica, por determinação do Ministério Público, realizaram ontem a reconstituição do crime que tirou a vida do operário Reinaldo Dias de Oliveira, 27, na tarde do dia 15 de outubro de 2009. O operário foi morto com um tiro na nuca, após o disparo dado pelo cabo da Polícia Militar F.H.T., 34, durante uma abordagem no Jardim Gonzaga.

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Produção na safra atual é 7,5% menor

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) afirmou ontem que a produção de álcool combustível do Centro-Sul do Brasil até 16 de janeiro na safra 09/10 está 7,54% abaixo da do mesmo período da safra anterior.
Até a primeira quinzena de janeiro, a produção total do combustível na região centro-sul atingiu 22,9 bilhões de l, contra 24,8 bilhões de l no mesmo período de 08/09.

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Cantora mistura jazz e música brasileira

Com emoções de felicidade e luto se misturando à sua volta, a cantora de jazz Luciana Souza encontrou dificuldades para trabalhar em seu novo álbum. No espaço de nove meses, a artista brasileira enfrentou as mortes de seu pai e da sua mãe, enquanto celebrava o nascimento do seu primeiro filho.

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Otimismo é o maior em onze anos

O otimismo entre os empresários da indústria brasileira é o maior dos últimos 11 anos, informou levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado ontem (26). De acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado trimestralmente e que se tornará mensal a partir desta edição, o indicador ficou em 68,7 pontos em janeiro, resultado 2,8 pontos acima do registrado em outubro.

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Os mil encantos das marchinhas

As expressões “dever de casa” ou “deveres para casa”, de acordo com a região em que estavam as escolas que os recomendam, pois umas adotam o singular, outras o plural, consolidaram-se de tal forma na língua portuguesa e na cultura brasileira que essas tarefas escolares foram transformadas até em metáfora do que se deve fazer em economia para que as histórias cheguem a um final feliz, depois de peripécias, como nos contos de fada.
Mas numa cooperação muito bonita e apropriada entre mídia e escola, fazer o “dever de casa” é fortalecer essas duas aliadas na guerra diuturna contra a ignorância, para que pelo menos os eleitores sejam antes leitores, pois votariam melhor, já que mais esclarecidos, e elegeriam outros semelhantes, aperfeiçoando os processos democráticos de escolha dos que nos governam e legislam.

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