Sábado, 18 Novembro 2017  04:09:56

Jeferson Vieira

O Coletivo de Areia existe desde 2014, atualmente é formado pela atriz e pesquisadora Claudia Alves Fabiano (ECA-USP), paulistana que reside há oito anos em São Carlos e trabalha no Teatro da USP, e pelo escritor Antonio Salvador, que reside em Berlim. A dupla se conheceu na Universidade de São Paulo, durante a graduação.

 

O projeto “Demolições” do Coletivo de Areia, que nasceu em 2014, e cujo desenvolvimento foi apoiado em 2016 pelo PROAC, caracteriza-se pela confluência de artistas oriundos de diversas áreas e partiu de experiências cênicas em espaços demolidos da cidade de São Carlos. A ideia inicial era abordar temas referentes à construção de gênero, a relação do feminino com o tempo, com o corpo, com o masculino, com a morte, com a perda, com a guerra. Esses são alguns dos temas centrais tecidos pela matéria-prima do Coletivo de Areia, que é o jogo entre ficção e realidade. O documental está em toda parte. Os limites entre a ficção e a realidade também.

Do projeto Demolições resultaram inúmeras atividades, de 2014 até o presente ano, contando com ações como workshops, experiências visuais, exposição multimídia, criação de texto e música inéditos, entre outros. 

Nessa segunda versão do espetáculo, o Coletivo de Areia convidou uma nova equipe para desenvolvê-la. Nesta versão o espaço da cena foi reduzido, a música agora acontece ao vivo (música original de Edison Bicudo, geógrafo e sociólogo, que Claudia também conheceu na USP, na graduação) e o espetáculo assume-se como um solo. A equipe: Fernando Cruz, diretor teatral são-carlense, que foi o diretor dessa versão; Nelson Lachini, carioca,  físico teórico (USP) e músico (que interpreta a trilha sonora ao vivo); Luis H. Santos, estudante de Química (UFSCAR) e ex aluno de Claudia, que opera a parte técnica e Luana Crempe, atriz, são-carlense, formada na Universidade Federal de Ouro Preto, que atuou como preparadora corporal e de atuação. Além de fazer parte da equipe, desde o início, Aline Ferraz, diretora, que atuou como provocadora cênica de documentação teatral neste projeto, além de dirigir a versão encenada da peça.Antonio Salvador, além de parceiro de Cláudia, assina a dramaturgia do espetáculo.

Em 2017 o espetáculo foi apresentado no Teatro da Universidade de São Paulo – TUSP, no prédio histórico da rua Maria Antônia, em duas versões: espetáculo e Leitura pública encenada, assinados, respectivamente, pelos diretores Fernando Cruz e Aline Ferraz. Nas duas versões,  Claudia, como criadora do projeto atuou efetivamente nas concepções desenvolvidas  cenicamente.

Classificação Indicativa: 14 anos

 

Duração: 1 hora e 20 minutos

SINOPSE DO ESPETÁCULO – A encenação, em sua 2ª versão, mergulha numa perspectiva de adensamento dos limites entre ficção e realidade, abrindo novas camadas de relação com o espectador. Em meio a destroços de experiências pessoais, restos do passado, pedaços do presente, uma mulher esmiúça a própria existência: Quanto sobra de uma pessoa quando só os objetos sobrevivem? A demolição como metáfora da contemporaneidade fragmentada estilhaça, antes de tudo, o sujeito.  A questão-chave não é saber se o que está no palco foi real, mas sim em que medida, no exato momento da encenação, pode ser real. A partir desse jogo, o espetáculo propõe uma reflexão sobre o gênero, o corpo, o tempo, a memória e sobre o papel do espectador.

 

Ficha Técnica completa

 

 

Concepção: Cláudia Alves

Encenação: Cláudia Alves, Antonio Salvador, Francisco Serpa, Marko Dallabrida, Aline Ferraz e Fernando Cruz

Direção de Fernando Cruz

Atuação de Cláudia Alves Fabiano

Texto original de Antonio Salvador

Composições musicais originais de Edison Bicudo

Interpretação musical em cena Nelson Lachini

Preparação corporal e de atuação: Luana Crempe

Operação multimídia: Luis H. Santos

Provocadora cênica de documentação teatral: Aline Ferraz

 

Cenário original: Cláudia Alves, Marko Dallabrida e Francisco Serpa| Desenho de luz e operação técnica: Fernando Cruz| Desenho de luz dos objetos: Francisco Serpa| Figurino: Luana Crempe e Cláudia Alves| Construção de cenário: Francisco Serpa| Provocador cênico de performatividade: Ipojucan Pereira| Produção Executiva: Cláudia Alves , Grupo Preto no Branco e Leandro Brasílio | Design gráfico de projeto, criação multimídia e fotografias das experiências visuais: Marko Dallabrida| Design gráfico, multimídia  e assistência de produção: Camila Rosado

A portaria interministerial n°73  foi publicada no dia 30/10 no Diário Oficial da União, assinada pelos ministros Sarney Filho (Meio Ambiente) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços).

O deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) comemora a publicação da portaria interministerial n° 73, na segunda-feira (30), que autoriza a pesca com vara no rio Mogi Guaçu, no Distrito de Cachoeira de Emas, em Pirassununga-SP.

“A proibição na área era injusta. A pesca praticada lá há muitos anos é apenas com varas e não oferece nenhuma ameaça ao ecossistema do rio. Os empresários que vivem do turismo local estavam sendo muito prejudicados e as famílias da região, que já tem poucas opções de lazer, nem pescar podiam mais”, afirmou o autor do requerimento que solicitou que a pesca fosse novamente liberada.

A portaria foi assinada pelos ministros do Meio Ambiente, Sarney Filho, e de Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira. Na portaria está prevista a liberação da pesca científica restrita ao uso de carretilha, caniço e linha de mão, com iscas naturais ou artificiais nos trechos: de 40 metros a jusante da Ponte Velha até a Ponte Nova. E de 750 metros a montante da barragem até a ponte férrea ou pontilhão. Nos demais trechos, ficou mantida a proibição.

Foram sete meses de muito empenho, afirma o parlamentar, para conseguir que os ministérios entendessem o problema que a medida proibitiva estava acarretando ao município.

“O empenho para liberação desse lazer foi grande. Muitas idas aos ministérios. Foi uma missão assumida e cumprida para a população local”, observou.

O deputado Marquezelli foi procurado por grupos de pesadores de Pirassununga, Porto Ferreira e Mogi Mirim pedindo que o parlamentar ajudasse a resolver o embargo judicial.

                Contudo o parlamentar, no entanto, lembra que a Piracema já começou  “O período de Defeso iniciou oficialmente nesta quarta (1) e segue até fevereiro, só então as famílias poderão voltar a pescar na região com tranquilidade”.

  

 

Gesseiro agride mulher no centro

Quinta, 16 Novembro 2017 09:05 Publicado em Polícia

Uma discussão entre um casal terminou em agressão física e elaboração de um boletim de ocorrência na noite de quarta-feira (15), no centro de São Carlos.

Os PMs apuraram que o gesseiro S.J.S.S., 20 anos teria agredido sua esposa, a dona de casa M.A.H., 36 anos.

Esta não é a primeira vez que a dona de casa é vítima de agressão física. No dia 10 de abril ela foi alvo de tortura imposta pelo acusado que foi detido e encaminhado ao plantão. Autuado em flagrante, a autoridade policial determinou uma fiança de R$ 2 mil que não foi paga e ele recolhido ao Centro de Triagem.

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