Domingo, 21 Janeiro 2018  19:31:43

Jeferson Vieira

UNINTER inaugura Polo em São Carlos

Sábado, 20 Janeiro 2018 22:14 Publicado em Cidades

Mais de 100 cursos, entre cursos de graduação, pós-graduação e extensão, na modalidade a distância, são oferecidos pela instituição A cidade de São Carlos acaba de ganhar um Polo de Educação a Distância (EAD) do Centro Universitário Internacional UNINTER, considerado o maior centro universitário do país, com mais de 190 mil alunos.
O Polo oferece 42 cursos de graduação e mais de 70 em pós-graduação e extensão na modalidade a distância, dando suporte presencial aos alunos. Os estudantes tem disponível uma estrutura completa com biblioteca, laboratório de informática com acesso à internet, salas de estudos individuais e em grupo, salas para tutoria e brinquedoteca.
"São Carlos está recebendo o maior e melhor centro universitário do país. Estamos muito felizes em trazer a UNINTER para a cidade e região", explica a gestora Valléria Mokwa.
A localização é estratégica, fica na Rua Aquidaban, 1244 - Centro - Fone: (16) 3416-5065/ 3416-5015 – WhatsApp: (016) 98244-5065.
Orgulho de ensinar, certeza de aprender
O Centro Universitário Internacional UNINTER foi criado a partir da fusão entre a Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER) e a Faculdade de Tecnologia de Curitiba (FATEC), com o objetivo de transpor barreiras geográficas para levar ensino de qualidade a todo o Brasil com preços acessíveis.
Para isso, aposta em uma equipe docente extremamente qualificada e em tecnologias de ponta. Com sede em Curitiba, conta com estúdios equipados com o que há de melhor em audiovisual para produzir, editar e transmitir aulas e conteúdos complementares para todo o Brasil, que pode ser assistido no Polo de Apoio Presencial em São Carlos ou através da Univirtus, uma plataforma digital completa, que pode ser acessada via notebook, tablet ou celular do próprio aluno.
A UNINTER possui mais de 600 polos de apoio presencial em todos os estados brasileiros e Distrito Federal.  Em 21 anos de atuação, mais de 400 mil alunos se formaram na instituição.

Alunos levam tratamento de esgoto a áreas rurais

Sábado, 20 Janeiro 2018 22:03 Publicado em Cidades

O saneamento ambiental, apesar de se tratar de um direito constitucional básico, não faz parte da realidade de todas as famílias brasileiras. Como costuma ocorrer com boa parcela dos serviços públicos, o pior cenário se encontra nas áreas rurais. Entre os habitantes do campo, apenas 5,2% têm em suas casas serviço de coleta de esgoto, segundos dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) de 2012.

A assistência ao campo deve levar em conta as especificidades desse espaço. Em relação ao saneamento, o ambiente rural requer uma abordagem própria, diferente da convencionalmente adotada nas áreas urbanas. Foi pensando nisso que um grupo de alunos da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP passou a planejar projetos de tecnologias sociais para o Assentamento Comunidade Agrária Nova São Carlos.

Lara Ramos, uma das responsáveis pelo assentamento, avalia que “os problemas sanitários estão no meio de um contexto de várias outras lacunas e serviços não realizados pelo poder público”. Por isso, em iniciativas como a proposta pelos alunos da EESC, é importante que as tecnologias implementadas sejam simples e de baixo custo, para que o acesso a elas seja amplo e os próprios beneficiados possam cuidar de sua instalação e manutenção.

O Grupo de Estudos e Intervenções Socioambientais (Geisa) da USP é o responsável pela idealização e realização dos projetos. Trata-se de um grupo de extensão que surgiu no curso de Engenharia Ambiental da EESC em 2009 e hoje conta com alunos de vários outros cursos. “O Geisa atua nas frentes de educação ambiental, agroecologia, bioconstrução, compostagem e tecnologias sociais, buscando dialogar com as demandas da sociedade”, conta Lara.

Os projetos de tecnologias sociais no Assentamento Comunidade Agrária Nova São Carlos tiveram início em 2013, quando começaram as visitas aos lotes, as conversas com as famílias e o contato direto com a realidade da zona rural. Em 2015, se consolidou o primeiro projeto, com a construção de um banheiro seco em um terreno, com a participação direta da família que nele reside.

“A participação direta dos assentados é um princípio nosso para todas as oficinas. Isso se justifica pelo fato de que são eles que vivenciam e entendem de toda a dinâmica do local, além de que serão eles que irão monitorar diariamente a tecnologia”, conta Lara.

O banheiro seco é uma alternativa ecológica ao tratamento dos dejetos humanos, na qual as fezes são separadas da urina: se armazenam as fezes em um local sem contato com o ambiente externo, e a urina é encaminhada a um sistema fechado de tratamento de águas residuais.

Lote

Em 2016, em outro lote, foi construída uma fossa séptica por bombonas. As fossas são unidades de tratamento de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. Apesar de ser uma boa alternativa às residências desassistidas, as fossas não são como numa estação de tratamento de esgotos.

O último projeto, finalizado em 2017, resultou na construção de um tanque de evapotranspiração. Nesse sistema, a água do vaso sanitário é tratada através da digestão realizada pelas bactérias que vivem e se multiplicam no esgoto. As plantas também são fundamentais no sistema, já que elas que se aproveitam da água que vem com a descarga e do “adubo” produzido pelas pessoas. Como resultado desse processo, além do esgoto doméstico ser tratado, água e alimentos são gerados – pela evaporação do solo e das folhas e pelos plantas que dão frutos.

Desde 2013, grupos de estudos e debates aprofundam a discussão a respeito dos aspectos sociais, culturais e ambientais que envolvem o meio rural e os assentamentos. Para Lara, o Geisa cumpre com o papel social da Universidade, na medida em que possibilita a construção de novos conhecimentos a partir de demandas reais de pessoas historicamente invisibilizadas.

“Analisando quantitativamente, construímos três tecnologias em três anos. Para um grupo de estudantes com todas as limitações – dinheiro, apoio, carga horária excessiva, é excelente”, avalia Lara. A aluna conclui dizendo esperar que projetos como esse possam um dia embasar políticas públicas que atendam às demandas da população.

A Guarda Municipal de Ibaté passará a ter maior autonomia na fiscalização, isso devido a aprovação por parte da Câmara Municipal do Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo, alterando e acrescentando dispositivos às Leis Municipais 2172/2005 e 2394/2008, que trata sobre o código de posturas do município.

Os vereadores se reuniram em caráter extraordinário no último dia 15 de janeiro, quando aprovaram o PL e com isso, a Guarda Municipal poderá fiscalizar com maior rigor, veículos de propaganda com som, ambulantes, animais sem focinheiras, perturbação do sossego público, populares que jogam lixo nas ruas, entre outras infrações que, atualmente, os agentes procuram orientar e, muitas vezes, acabam sendo desrespeitados. “Com a aprovação do Projeto de Lei, os guardas municipais agora poderão agir com mais rigor e autonomia, assim fiscalizando, claro que sempre a primeira medida será a orientação, mas se houver necessidade, tomar as medidas cabíveis”, apontou o prefeito José Luiz Parrella (PSDB).

O comandante da GM de Ibaté, Vitor Reis, ressalta que as autuações por infrações de trânsito, que não fazem parte do Código de Posturas do Município, continuarão sendo realizadas pela Polícia Militar e não pela corporação da Guarda Municipal. “A Guarda Municipal só poderá fiscalizar veículos estacionados em passeios, praças e jardins públicos, além de bicicletas em passeios e praças, onde não se é permitido, e também som alto em veículos, ou seja, tudo relacionado à perturbação do sossego público”, explicou. “Não fiscalizaremos uso de cinto de segurança, velocidade, documentação do veículo e condutor, enfim, essas situações continuarão sendo competência da Polícia Militar”,completou.

Zé Parrella destaca que os agentes da Guarda Municipal passarão por treinamento antes de começarem as fiscalizações, com o intuito de realizar o serviço de maneira correta e adequada. “Os guardas municipais terão treinamento e a população pode ficar tranquila que eles não sairão multando as pessoas sem nenhum critério sem antes, ao menos, orientar”, encerrou o chefe do Executivo.

 A Lei

 A Lei dá  autonomia a Guarda Municipal no que  já vem fazendo no dia a dia podendo em casos de reincidência e após serem notificados pessoas que infringirem alguma norma do Código de Postura do Município , veículos de propaganda com som (artigo 190 da lei 2.394/08), Queimar, mesmo no próprio quintal, lixo ou quaisquer materiais em quantidades capazes de molestar a vizinhança (Artigo 34, IV da lei 2.394/08), Perturbação do Sossego público (Artigo 85 da lei 2.394/08, muitas vezes a Policia Militar é chamada em casas com som auto e não podem autuar  a Guarda pode ser acionada pela PM e pode fazer autuação caso não respeite a solicitação de diminuir o volume,  ambulantes sem autorização, animais sem focinheiras,  populares que jogam lixo nas ruas, entre tantas outras infrações que, atualmente, os agentes da GM procuram orientar e, muitas vezes, acabam sendo desrespeitados, principalmente nas portas de escolas quando é colocado os cavaletes e muitas vezes retiram os cavaletes para passarem sem se importar com as orientações dos Guardas, onde houver placa de proibido transito de Bicicleta a Guarda orienta e muitas vezes as pessoas ignoram, como na Praça Central por Exemplo.

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