Terça-feira, 22 Agosto 2017  14:43:10
Sábado, 17 Outubro 2015 09:44

Cobrança pública da diretoria, protesto da torcida e as primeiras críticas mais contundentes sobre o trabalho do técnico Marcelo Oliveira. Com este cenário pouco animador, o Palmeiras vai até Florianópolis para encarar o Avaí, neste sábado, 17, às 18h30, no estádio da Ressacada, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, ciente de que só com um bom resultado e atuação convincente farão as coisas mudarem.

Com o título praticamente descartado, o foco é a Copa do Brasil. Por isso, alguns atletas serão poupados. O paraguaio Barrios e Zé Roberto ficaram em São Paulo se preparando para o confronto contra o Fluminense na quarta-feira, 21, no Rio. Cleiton Xavier, Robinho e Fellype Gabriel continuam fora, assim como Gabriel e Arouca.

Após tantas críticas na derrota para a Ponte Preta, Marcelo Oliveira prometeu mudanças. Em busca de privacidade, ele resolveu fechar o treino desta sexta-feira, quando testou algumas variações táticas não só para a partida deste sábado como para as seguintes.

O problema maior está na criação no meio de campo. Neste sábado, Allione deve ser titular pela primeira vez no ano e responsável por abastecer Alecsandro e companhia. O argentino tem entrado bem nos últimos jogos e pode aproveitar a ausência de Zé Roberto para ganhar espaço.

POLÊMICA - Na última quarta-feira, o diretor de futebol Alexandre Mattos deixou claro que não aceitava mais que a desculpa das lesões fosse utilizada para explicar os resultados ruins do time alviverde nos últimos jogos. Entretanto, Marcelo Oliveira voltou a culpar as ausências de alguns jogadores pela situação incômoda vivida pelo clube.

“Há um número muito grande de torcedores em cada jogo do Palmeiras e nós precisamos melhorar o desempenho. Isso passa pela ausência de jogadores de um setor fundamental, que é o meio. Nenhum time passa impunemente sem Robinho, Gabriel e Arouca”, lamentou o comandante palmeirense.

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Sábado, 17 Outubro 2015 08:26

O Botafogo garantiu "a vaga paulista" no acesso do Campeonato Brasileiro da Série D - a quarta divisão nacional - ao segurar o empate sem gols com o São Caetano, nesta sexta-feira, no estádio Anacleto Campanella, na região do ABC. Na pontuação agregada ficou com quatro pontos porque na ida, em Ribeirão Preto (SP), no estádio Santa Cruz, venceu por 2 a 1.

O time do ABC, rebaixado no ano passado, perdeu a chance de voltar à Série C, em 2016, enquanto que o Botafogo não participa da terceira divisão nacional desde 1996, quando inclusive garantiu o acesso para a Série B. O time do interior, portanto, volta à Série C depois de 20 anos. Mas é um clube tradicional, que no ano passado disputou a Série D. E agora voltou para subir. Na sua história já participou seis vezes da Série A, 14 da Série B, três da Série C e três na Série D.

Em campo valeu a experiência do técnico Marcelo Veiga, que colocou o Botafogo bem fechado, não permitindo as penetrações e, muito menos, os cruzamentos do time da casa. Além disso, o São Caetano demonstrou muito nervosismo, errando passes e pouco criando no primeiro tempo.

O segundo tempo começou igual. Aos 23 minutos, o visitante perdeu o meia Vitinho, expulso com dois cartões amarelos, e passou a apenas se defender. Só a partir daí é que o São Caetano fez a pressão e tentou buscar seu gol no sufoco. A melhor chance saiu com Wesley, aos 29, em um chute de curva que explodiu no travessão. No rebote, Bruno Recife isolou a bola por cima.

Com garra e disposição, o Botafogo continuou se defendendo, abrindo mão, inclusive, da chance de contragolpear. Com isso garantiu o empate e o acesso. Já garantido na semifinal, ainda terá a chance de brigar pelo título. O seu adversário vai sair após os últimos três confrontos das quartas de final.

Ao São Caetano resta lamentar o fato de que teve a melhor campanha nas duas fases e acabou eliminado pelo oitavo colocado. E agora pensar na temporada de 2016, quando vai disputar o Campeonato Paulista da Série A2. Há muito tempo, o time não levava tanta gente ao seu estádio - um total de 13.244 torcedores.

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Sexta, 16 Outubro 2015 16:02

O atacante Gabriel foi expulso por reclamação após o apito final do árbitro Marielson Freitas na derrota para o Grêmio por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, na Arena Grêmio. Depois de ter levado um cartão amarelo - o terceiro - durante a partida, ele estará fora da equipe do Santos por, no mínimo, dois jogos.

No próximo domingo, ele estará suspenso contra o Goiás e, em seguida, vai desfalcar o time diante do Figueirense. Além disso, ele ainda será julgado pela expulsão. No final da partida, ele afirmou que não viu o cartão vermelho. "Fui expulso? Não vi”, declarou SporTV.

O volante Renato afirmou que o cartão foi motivado por reclamação. “O juiz falou que ele (Gabriel) disse um palavrão. Nós tentamos tirar ele antes, mas não deu. Temos de tomar isso como lição para não perdermos jogadores assim”, disse o capitão do Santos.

O jogador negou que tivesse desrespeitado o árbitro. "Dentro de campo, é difícil falar educadamente como minha mãe me ensinou e meu pai também. Fui falar algumas coisas sobre faltas. O cartão para o Vanderlei foi injusto; o Lucas Lima sofreu muitas faltas, eu também, mas não quis desrespeitar o juiz", disse o jogador. 

As reclamações no final do jogo foram as consequências de uma atuação ruim. Atuando em uma nova função - ele foi centroavante por causa da ausência de Ricardo Oliveira - , Gabriel foi pouco participativo e fez poucas jogadas de perigo. Na metade do primeiro tempo, acertou um chute rasteiro, que exigiu boa defesa de Bruno Grassi. No final do jogo, errou uma finalização, que poderia resultar no empate santista. 

Parte das dificuldades de Gabriel pode ser atribuída ao cansaço. Ele atuou em dois amistosos da seleção olímpica (sexta-feira e segunda-feira) no Amazonas, teve boas atuações (marcou três gols) e também se colocou à disposição para atuar nesta quinta-feira pelo Santos. O desempenho, no entanto, não foi bom.

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Sexta, 16 Outubro 2015 08:49
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A realidade do Santos será a briga pela quarta vaga do G4 do Campeonato Brasileiro. A derrota para o Grêmio por 1 a 0, nesta quinta-feira, na Arena Grêmio, em Porto Alegre, pela 30.ª rodada freou a arrancada e mostrou que a equipe ainda depende muito dos titulares. Sem o artilheiro Ricardo Oliveira, o Santos perdeu poder de fogo.

Beneficiado pela derrota dos rivais - São Paulo, Palmeiras, Flamengo e Internacional -, o time ainda está no G4. É o quarto colocado com 46 pontos. O Grêmio confirma a terceira posição, agora com nove pontos de vantagem para o próprio Santos. E está quatro atrás do vice-líder Atlético Mineiro - o líder Corinthians tem 64.

O jogo foi bom, lá e cá, à altura da posição das duas equipes na tabela de classificação. Aos 30 minutos, eram nove finalizações, com três chances reais. O Santos não sentiu o peso da arena do rival, tocou a bola de pé em pé, mas sofreu sem Ricardo Oliveira poupado por cansaço.

Gabriel não marcou presença dentro da área, saiu muito e o time perdeu profundidade. Lucas Lima voltou a campo depois de atuar no amistoso da seleção brasileira e novamente foi o maestro. Mas faltava pegada ao time santista. A melhor chance do time foi com o próprio Lucas em uma cobrança de falta que acertou a trave direita do goleiro Bruno Grassi.

O Grêmio mostrou o equilíbrio de sempre. Tem profundidade, chuta a gol, mas também tem cuidado e capricho para organizar as jogadas. E como essa simplicidade faz diferença! Depois de assustar em dois momentos, ambos com bolas pelo alto, o Grêmio fez 1 a 0 aos 26 minutos com o zagueiro Bressan. Mérito do treinamento dos dias anteriores dedicado só aos cruzamentos.

O time gaúcho foi simples também para marcar. Grudou Geromel em Lucas Lima (às vezes com força além da conta) e matou, direto na fonte, grande parte das jogadas. Marquinhos Gabriel teve atuação apagada.

Com o gol, o Grêmio se sentiu dono da partida. Deu ainda menos espaços à frente da área e foi sempre mais contundente, como na bela enfiada de Walace para Pedro Rocha, aos 26 minutos. Os esforços do Santos em busca do empate foram mais desorganizados no segundo tempo, baseados em cruzamentos forçados.

Pela 31.ª rodada, os dois times jogarão no domingo, em casa, às 17 horas. O Grêmio receberá a Chapecoense, em Porto Alegre, e o Santos atuará contra o Goiás, no estádio da Vila Belmiro, em Santos.

 

FICHA TÉCNICA

 

GRÊMIO 1 x 0 SANTOS

 

GRÊMIO - Bruno Grassi; Galhardo, Geromel, Bressan e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Giuliano e Douglas (Maxi Rodríguez); Luan (Moisés) e Bobô (Pedro Rocha). Técnico: Roger Machado.

 

SANTOS - Vanderlei; Zeca, Werley, David Braz e Chiquinho; Thiago Maia (Serginho), Renato e Lucas Lima; Marquinhos Gabriel (Neto Berola), Gabriel e Leandro (Nilson). Técnico: Dorival Júnior.

 

GOL - Bressan, aos 26 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Moisés, Geromel e Douglas (Grêmio); Gabriel, David Braz e Vanderlei (Santos).

CARTÃO VERMELHO - Gabriel (Santos).

ÁRBITRO - Marielson Alves Silva (BA).

RENDA - R$ 257.109,55.

PÚBLICO - 8.837 pagantes (10.496 no total).

LOCAL - Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS).

 

 

 

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Sexta, 16 Outubro 2015 08:41

 

 

 

Não é exagero dizer que o Corinthians é praticamente invencível no estádio Itaquerão, em São Paulo. Nesta quinta-feira, pela 30.ª rodada, a equipe bateu o Goiás por 3 a 0 e chegou à 12.ª vitória em sua arena neste Campeonato Brasileiro. O triunfo levou o time aos 64 pontos e manteve o Atlético Mineiro, o segundo colocado, a cinco de distância.

Nenhuma equipe do Nacional tem um aproveitamento em casa tão bom como o Corinthians. No Itaquerão, a equipe só não venceu dois jogos até agora (derrota para o Palmeiras e empate com o Grêmio). Novamente com arquibancadas cheias (mais de 40 mil pagantes), o time soube se impor e aproveitar as fragilidades de um adversário que luta contra o rebaixamento. A equipe não deu chance para o Goiás e foi melhor do começo ao fim do jogo.

Desde o início, o Corinthians marcou território no ataque e deixou o Goiás sem espaço. Mesmo sem conseguir encaixar boas trocas de passes para furar o bloqueio, a equipe era perigosa nas jogadas áreas. Depois de criar duas boas oportunidades de gol pelo alto, na terceira o time abriu o placar aos 15 minutos após cruzamento de Jadson na cabeça de Edu Dracena.

O gol animou ainda mais a torcida e o Corinthians manteve a marcação alta. Acuado, o Goiás entregou o segundo gol aos 26 minutos. Felipe Macedo escorregou e deixou a bola para Vagner Love. O atacante rolou para Malcom, que tocou na saída de Renan para ampliar a vantagem.

Com o Goiás entregue, o líder do Brasileirão só não fez o terceiro antes do intervalo porque exagerou nos erros de finalização. Vagner Love destoava do restante do time e não conseguia concluir as boas oportunidades de gol criadas pelos companheiros. Ora chutava mal ora tentava o drible na hora errada.

No segundo tempo, o ritmo da partida foi o mesmo da etapa inicial. Só o Corinthians atacava. Logo com um minuto, Vagner Love desperdiçou outra chance após cruzamento de Guilherme Arana. Quase debaixo de gol, o atacante cabeceou para fora.

A principal diferença em relação aos primeiros 45 minutos é que a equipe passou a acertar boas triangulações no meio de campo. Renato Augusto, Jadson e Rodriguinho colocaram o Goiás “na roda” com toques de primeira e até de calcanhar. Assim, o Corinthians tomou conta do jogo.

Faltava só acertar o pé. Aos 19 minutos, o time até chegou a marcar, mas o árbitro marcou impedimento de Vagner Love. Renato Augusto cruzou pelo lado direito, mas o atacante estava à frente da marcação quando desviou para o gol.

Como o gol estava difícil de sair, o Corinthians acabou diminuindo o ritmo. A equipe só esperava o tempo passar trocando passes sem pressa. O Goiás não oferecia nenhum perigo. Quando arriscava algum lance mais contundente, parava nas boas defesas de Cássio.

Elias, que na última terça-feira jogou 90 minutos na vitória da seleção brasileira contra a Venezuela, nem precisou entrar e ficou o tempo todo no banco de reservas, onde viu Rodriguinho, aos 42 minutos, marcar um belo gol e fechar o placar.

O Corinthians volta a campo neste domingo, quando enfrenta o Atlético Paranaense, às 16 horas, na Arena da Baixada, em Curitiba. O Goiás, dentro da zona de rebaixamento - é o 18.º colocado, com 31 pontos -, tem pela frente o Santos, na Vila Belmiro, um pouco mais tarde, às 17 horas.

 

FICHA TÉCNICA

 

CORINTHIANS 3 x 0 GOIÁS

 

CORINTHIANS - Cássio; Edilson, Edu Dracena, Gil e Guilherme Arana; Ralf, Rodriguinho, Renato Augusto (Cristian) e Jadson; Malcom (Lucca) e Vagner Love (Danilo). Técnico: Tite.

GOIÁS - Renan; Gimenez (Everton), Felipe Macedo (Alex Alves), Fred e Diogo Barbosa; Ygor, Patrick, David e Felipe Menezes; Erik (Bruno Henrique) e Zé Eduardo. Técnico: Artur Neto.

 

GOLS - Edu Dracena, aos 15, e Malcom, aos 26 minutos do primeiro tempo; Rodriguinho, aos 42 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Edu Dracena (Corinthians); Bruno Henrique, Diogo Barbosa, Ygor, Patrick e Zé Eduardo (Goiás).

ÁRBITRO - Wagner Reway (MT).

RENDA - R$ 2.561.055,50.

PÚBLICO - 40.925 pagantes (41.179 no total).

LOCAL - Estádio Itaquerão, em São Paulo (SP).

 

 

 

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Domingo, 09 Agosto 2015 18:54
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No reencontro do técnico do Palmeiras, Marcelo Oliveira, com seu ex-time, o Cruzeiro se deu melhor, e a camisa amarela com que jogou o Verdão parece não ter dado sorte. Na tarde deste domingo, a equipe paulista foi derrotada pela Raposa por 2 a 1, no Mineirão, em partida válida pela 17ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Alisson abriu o placar para o time celeste no início do jogo, Cristaldo empatou e Arrascaeta garantiu a vitória mineira no final.

O Palmeiras usou a cor amarela para comemorar os 50 anos em que representou a Seleção Brasileira na inauguração do Mineirão, em 7 de setembro de 1965, quando venceu o Uruguai por 3 a 0 em amistoso, mas não conseguiu repetir o triunfo. Com o resultado negativo, o Verdão continua com 28 pontos na tabela, enquanto o Cruzeiro está com 21 somados e se afastou da zona de rebaixamento.

Pela 18ª rodada, o Palmeiras tem compromisso marcado com o lanterna Coritiba no Couto Pereira, às 19h30 (de Brasília) da próxima quarta-feira. Já o Cruzeiro visita o Joinville na Arena, às 21 horas (de Brasília) da quinta-feira. Em primeiro tempo polêmico, Cruzeiro marca no início e perde pênalti nos acréscimos

A Raposa precisou de apenas quatro minutos de bola rolando para abrir o placar. Vinícius Araújo roubou bola, invadiu a área pelo lado direito, passou por Egídio, Leandro Almeida e, na hora do chute, Fernando Prass fechou a primeira trave. O camisa 39 viu Alisson na cara do gol e rolou para o companheiro finalizar. O arqueiro alviverde ainda tentou defender, mas a bola já havia passado da linha da meta.

A equipe celeste pressionava e, aos 15 minutos, a partida teve seu primeiro lance polêmico. Marinho entrou na área, dividiu com Egídio e acabou no chão. Porém, o árbitro Wilton Pereira Sampaio não viu irregularidade e mandou o jogo seguir.

O Verdão conseguiu levar perigo apenas com 30 jogados. Em ataque rápido, a defesa adversária não se entendeu, Fábio não conseguiu segurar a bola, e Robinho ficou com a sobra, mas estava sem ângulo no momento do chute.

Os donos da casa viram o Palmeiras crescer e não deixaram por menos. Aos 32, Vinícius Araújo lançou Marinho na direita, e o atacante deu passe longo para Henrique, que arriscou da entrada da área. Atento, Fernando Prass fez boa defesa espalmando para escanteio.

O Cruzeiro voltou a reclamar da arbitragem e pedir pênalti aos 44 minutos, quando Vinícius Araújo entrou na área, mas não passou por Leandro Almeida. Wilton Pereira Sampaio, porém, considerou o lance como normal.

Após as duas polêmicos, o juiz sinalizou a marcação de uma penalidade máxima aos 48, em cruzamento de Marinho que tocou no braço de Victor Ramos. Entretanto, o Cruzeiro não soube aproveitar a oportunidade. O próprio atacante fez a cobrança com paradinha, no canto inferior esquerdo do gol, e o chute foi defendido pelo goleiro palmeirense.

O início do segundo tempo foi de emoções. Logo aos três minutos, os mineiros levaram perigo. Alisson invadiu a área e chutou já desequilibrado. Fernando Prass conseguiu espalmar, e o rebote ficou com Vinícius Araújo, que estava impedido. Na sequência, foi a vez dos paulistas ameaçarem. Em cruzamento, Leandro Almeida subiu mais alto que a defesa e cabeceou bem para ótima defesa de Fábio.

O time celeste teve três boas chances perto dos 15 minutos, mas não soube aproveitá-las. Na primeira, Alisson cobrou levantando bola, e Léo apareceu para cabecear para fora. Depois, Marquinhos finalizou da entrada da área em cima do goleiro alviverde. Na última oportunidade, Henrique recebeu cruzamento e testou para defesa de Fernando Prass.

O Palmeiras respondeu com 23 jogados na etapa complementar. Rafael Marques foi à linha de fundo e cruzou para Dudu, mas o atacante bateu em cima do goleiro alviverde, que defendeu no susto.

O Verdão conseguiu chegar ao empate aos 29 minutos, com Cristaldo, que entrara havia 19 segundos no lugar de Robinho. Em cabeceio de Rafael Marques, a zaga afastou mal, e a bola sobrou para o argentino, que apareceu para testar. Fábio ainda tocou na bola, mas ele foi parar no fundo do gol.

A Raposa não perdoou e, aos 36, alcançou a virada. Em boa jogada de Alisson pela esquerda, o meia cruzou, a bola passou pela defesa, e Arrascaeta apareceu para completar e balançar as redes no Mineirão.

Os visitantes pressionaram nos minutos finais em busca do gol de empate, mas sem sucesso. Aos 39, Cristaldo ficou com sobra, dominou no peito e chutou por cima da meta celeste. Na sequência, o argentino ajeitou para Alecsandro, que cabeceou para boa defesa de Fábio.

 

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 2 X 1 PALMEIRAS

 

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Data: 9 de agosto de 2015, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)

Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Bruno Raphael Pires (GO)

 

Cartões amarelos: Willians (Cruzeiro), Vinícius Araújo (Cruzeiro), Victor Ramos (Palmeiras), Manoel (Cruzeiro), Lucas (Palmeiras), Fabrício (Cruzeiro), Egídio (Palmeiras)

 

Gols:

 

CRUZEIRO: Alisson, aos 4min do 1º tempo e Arrascaeta, aos 36min do 2º tempo

 

PALMEIRAS: Cristaldo, aos 29min do 2º tempo

 

CRUZEIRO: Fábio; Léo, Manoel, Paulo André e Mena (Eurico); Willians, Fabrício, Henrique, Alisson e Marinho (Marquinhos); Vinícius Araújo (De Arrascaeta)

Técnico: Vanderlei Luxemburgo

 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Leandro Almeida e Egídio; Amaral (Alecsandro), Arouca e Robinho (Cristaldo); Rafael Marques, Dudu e Leandro Pereira (Cleiton Xavier)

Técnico: Marcelo Oliveira

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Domingo, 09 Agosto 2015 18:45
Publicado em  Esporte - Futebol - Brasileirão
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O São Paulo pressionou o Corinthians durante todo o clássico deste domingo, mas deixou o Morumbi com um empate por 1 a 1. Luciano, o substituto de Vagner Love, abriu o placar para os visitantes no primeiro tempo. Luis Fabiano (que acertou a trave duas vezes; Centurión, uma) igualou o marcador.

O resultado manteve o Corinthians a dois pontos (36 a 34) do líder Atlético-MG, que também não passou de um empate por 0 a 0 com o Goiás, no Serra Dourada. O São Paulo avançou para 28, ainda tentando se aproximar do grupo dos quatro primeiros colocados do Campeonato Brasileiro.

Os rivais entrarão novamente em campo na noite de quarta-feira. Enquanto o Corinthians fará confronto direto com o Sport, em Itaquera, o São Paulo irá ao Orlando Scarpelli para enfrentar o Figueirense.

O jogo – O São Paulo se apropriou do entusiasmo de seus torcedores para acuar o Corinthians desde os primeiros minutos de clássico. À medida que o Morumbi ficava mais cheio, o time de Juan Carlos Osorio ocupava novos espaços no campo ofensivo.

A primeira chance clara de gol ocorreu aos nove minutos – a bola até chegou a entrar, porém o lance acabou invalidado. Carlinhos fez o cruzamento da esquerda, e Centurión desviou de cabeça para a trave. Paulo Henrique Ganso, impedido, empurrou para dentro no rebote.

O gol anulado serviu para animar ainda mais o público e o time do São Paulo. Do outro lado, o Corinthians contava com a velocidade de Malcom e a visão de jogo do combalido Renato Augusto para conseguir sair da defesa, quase sempre pela esquerda. Na direita, Fagner ficava preso em função das investidas de Centurión e comprometia o trabalho de Jadson.

Mesmo com esse cenário, foi o Corinthians que abriu o placar. Pela esquerda. Aos 21 minutos, Uendel recebeu a bola de Malcom e livrou-se de Rafael Toloi antes de cruzar rasteiro para a área. Lá dentro, Luciano justificou a saída de Vagner Love da equipe titular e completou para a rede.

Com a vantagem no marcador, o Corinthians tentou colocar a bola no chão e assumir o controle da partida. Não demorou muito, contudo, para voltar a ser incomodado pelo São Paulo. Aos 25, pouco depois de frustrar alguns torcedores com um desarme de Renato Augusto, Bruno avançou bem pela direita e acionou Luis Fabiano. O centroavante girou em cima de Felipe e bateu no travessão.

O São Paulo deu sinais de nervosismo com mais uma chance desperdiçada – Wesley, que nem em campo estava, recebeu cartão amarelo. Coube a alguns torcedores gritarem o nome de Luis Fabiano, na esperança de resgatar a sorte do atacante. Aos 32, ele recebeu uma boa assistência de Ganso (que já impacientava parte do público) e soltou o pé. No poste de novo.

A reação no marcador ficaria mesmo para o segundo tempo. Logo aos dois minutos, Centurión apareceu com liberdade para finalizar de dentro da área e forçou Cássio a dar rebote. Luis Fabiano mostrou oportunismo para tirar proveito e empatar o jogo, retribuindo a confiança dos torcedores são-paulinos.

Osorio achou o momento propício para substituir Carlinhos por Wesley, em busca da virada – e, mais tarde, surpreendeu recorrendo à reestreia de Breno no lugar de Hudson. Pelo Corinthians, mesmo sem substituições, o time procurava enfim se soltar. E até assustou com um chute cruzado de Renato Augusto, defendido por Rogério Ceni.

O São Paulo, ainda assim, seguiu melhor. E Osoriou continuou a mudar. A última alteração foi a de Bruno por Auro. Quando entrou em ação, Tite mandou a campo Rildo e Danilo nas posições de Malcom e do cansado Luciano. Àquela altura, o Corinthians já se conformava em jogar por contra-ataques.

A situação dos visitantes pioraria nos minutos finais. Aos 37, Felipe cometeu uma contestável falta em Centurión e foi punido com o cartão amarelo. Ao perceber que já era o segundo para o zagueiro, o árbitro Leandro Vuaden mostrou o vermelho. E Tite segurou o Corinthians (e o 1 a 1 do Majestoso) com Edu Dracena na vaga do ex-são-paulino Jadson quase nos acréscimos, quando o São Paulo reclamou de pênalti por toque de mão de Uendel dentro da área.

 

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS

 

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data: 9 de agosto de 2015, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Alex Ang Ribeiro (SP)

Público: 31.384 pessoas

Renda: R$ 891.724,00

Cartões amarelos: Carlinhos, Wesley, Luiz Eduardo, Hudson (São Paulo); Felipe, Fagner (Corinthians)

Cartão vermelho: Felipe (Corinthians)

Gols: SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos 2 minutos do segundo tempo; CORINTHIANS: Luciano, aos 21 minutos do primeiro tempo

 

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Rafael Toloi, Lucão e Luiz Eduardo; Bruno (Auro), Hudson (Breno), Ganso, Michel Bastos e Carlinhos (Wesley); Centurión e Luis Fabiano

Técnico: Juan Carlos Osorio

 

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Gil, Felipe e Uendel; Bruno Henrique, Elias, Jadson (Edu Dracena), Renato Augusto e Malcom (Rildo); Luciano (Danilo)

Técnico: Tite

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Domingo, 09 Agosto 2015 18:29
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Mais um jogo agitou o sábado na 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Jogando na Vila Belmiro, o Santos venceu o Coritiba por 3 a 0, com gols de Geuvânio, Ivan (Contra) e Ricardo Oliveira, respirando na competição. O Santos marcou duas vezes antes do intervalo. Geuvânio, em belo chute da entrada da área, abriu o marcador. Num dos últimos lances do primeiro tempo, Lucas Lima recebeu na área e rolou para o meio. Ivan, tentando afastar, acabou botando para dentro do próprio gol.

Na segunda etapa, Geuvânio fez jogada pela direita e cruzou rasteiro. Ricardo Oliveira, o artilheiro do campeonato com dez gols, mandou para as redes. A vitória deixa o Santos na 12ª posição, com vinte pontos. O Coritiba segue em último com apenas 12 pontos.

 

 

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Sábado, 08 Agosto 2015 21:53
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Na abertura da 17ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado, o Avaí conquistou uma importante vitória jogando na Ressacada. O time de Santa Catarina recebeu o Fluminense e venceu por 1 a 0, gol de André Lima, subindo na tabela.  O Avaí começou em cima e abriu o placar muito cedo. Aos cinco minutos, Rômulo chutou forte e Diego Cavalieri deu rebote. Na sobra, o artilheiro André Lima disputou com Henrique e fez o gol do jogo. Pouco depois, o Fluminense quase chegou ao empate. Magno Alves lançou Wellington Silva, que, em condição legal, chutou para fora. 

 Com a vantagem, o Avaí tinha os contra-ataques a seu dispor. Porém, não conseguia criar chances para ampliar. Ronaldinho começou a assustar com cobranças de falta. No primeiro tempo, ele tentou uma vez, mas Diego espalmou. Na etapa final, foram duas tentativas. Diego defendeu uma e a outra passou por cima, muito perto do gol. No finalzinho, Ronaldinho deixou Marcos Júnior em condições de finalizar, mas o atacante chutou para fora, rente à trave. O próprio camisa 10 tentou fazer um gol olímpico, mas Diego foi bem e deu um tapa na bola, garantindo o placar.

 Com a importante vitória, a primeira depois de três jogos, o Avaí chega aos 20 pontos e sobe para a 12ª posição. O Fluminense segue na terceira posição, com 30. 

 Neste domingo, oito jogos encerram a 17ª rodada: Vasco x Joinville, Atlético-PR x Sport, São Paulo x Corinthians, Ponte Preta x Flamengo, Cruzeiro x Palmeiras, Goiás x Atlético-MG, Grêmio x Internacional e Chapecoense x Figueirense.

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Sábado, 08 Agosto 2015 15:26
Publicado em  Esporte - Futebol - Brasileirão
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Após o último treino do Santos nesta semana, o técnico Dorival Júnior confirmou a única mudança no time que vai enfrentar o Coritiba, hoje, sábado, 8, às 21h, na Vila Belmiro. Com todas as repetições nos treinamentos coletivos, o comandante do Peixe admitiu que o volante Thiago Maia, de 18 anos, volta à equipe na vaga de Paulo Ricardo.

Com isto, ele retoma a vaga que perdeu apenas por ter sofrido um traumatismo craniano no clássico contra o Palmeiras.

- Vamos deixar as coisas acontecerem um pouco mais para sentir a equipe. O Thiago é um jogador da posição, era titular até então. Ele teve o problema do Palmeiras, não saiu por questão técnica. Agora está voltando. Mas o Paulo Ricardo vinha fazendo boas partidas. Contra o Flamengo, fiz opção pela saída de um volante, mas não quer dizer que vinha mal durante os 45 minutos que atuou. Quero tentar, pela característica do Thiago, dar mais dinâmica em um jogo tão importante - explicou Dorival em entrevista coletiva após a atividade no campo.

No trabalho tático, o treinador priorizou, mais uma, vez o posicionamento dos jogadores, inclusive nas bolas paradas. Uma preocupação que ele tem demonstrado é com a marcação no setor ofensivo para desarmar o adversário com a bola mais próxima do gol.

As instruções de posicionamento se estenderam também para as cobranças de bola parada. Assim como Dorival para os coletivos para dizer como quer que a jogada aconteça, ele coloca jogador por jogador em um determinado espaço da área para cabeçar nas cobranças de escanteio.

Ainda em sua entrevista coletiva, o técnico do Alvinegro se mostrou atendo ao lanterna Coritiba. Júnior apontou algumas mudanças no Coxa e deixou até de responder uma pergunta sobre o Corinthians, adversário na Copa do Brasil em respeito ao oponente.

- Para o jogo do Coritiba nós estamos focados. Sabemos a importância que tem. A preparação é feita nesse sentido. O adversário teve uma mudança grande no próprio elenco durante a semana e se torna perigoso. Prefiro estar com pé atrás, pensando na rodada. Nunca na sequência. Meu objetivo é o Coritiba e não fujo a isso - finalizou.

 

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