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Diagnóstico da Realidade Social de São Carlos será apresentado nesta quinta-feira

Para o desenvolvimento do Diagnóstico a cidade foi dividida em 17 regiões com semelhanças socioeconômicas e de vulnerabilidade social

25/11/2021 12h42 - Atualizado há 4 dias Publicado por: Redação
Diagnóstico da Realidade Social de São Carlos será apresentado nesta quinta-feira Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal Especial da Infância e Juventude apresenta nesta quinta-feira (25/11), a partir das 9h, no auditório do Paço Municipal, o “Diagnóstico da Realidade Social da Criança e do Adolescente de São Carlos, trabalho desenvolvido em parceria com o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente e a Fundação Educacional São Carlos (FESC).

O Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de São Carlos, com o apoio da Secretaria Municipal Especial da Infância e Juventude e da FESC, participou do Programa de Apoio aos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e Adolescente do Instituto CPFL, que desde 2017 destina recursos da empresa para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente – FUMCAD. Em 2018 São Carlos foi escolhido como município polo para gerir um ciclo de formações regionais, englobando 10 municípios vizinhos.

Nesta formação foram contempladas mais de cem pessoas, sendo que o processo de formação habilitou o município de São Carlos a participar de um Edital lançado pelo Instituto CPFL, que repassou recursos àqueles municípios que tinham condições de coordenar diagnósticos situacionais e planos de ação na área da criança e do adolescente. A Fundação Educacional São Carlos (FESC) promoveu a contratação de empresa especializada em Diagnósticos Sociais, celebrado com a Painel Pesquisas, Consultoria e Publicidade para elaboração do “Diagnóstico da Realidade Social da Criança e do Adolescente de São Carlos”.

“O nosso objetivo é usar o Diagnóstico para subsidiar a formulação, execução e aprimoramento dos serviços, programas e projetos voltados a crianças e adolescentes. A partir dele poderemos tomar decisões que direcionem recursos físicos, financeiros e humanos para ações prioritárias em diferentes áreas como educação, saúde, esporte, cultura, assistência social, defesa dos direitos, entre outros”, explica Ana Beatriz Sodelli, secretária de Infância e Juventude.

Para o desenvolvimento do Diagnóstico a cidade foi dividida em 17 regiões com semelhanças socioeconômicas e de vulnerabilidade social. Participaram do trabalho 62 instituições entre governamentais e não governamentais. O projeto possui 6 volumes com registro na CBL/ISBN (Câmara Brasileira do Livro), totalizando 776 páginas.

O volume 1 tem como eixo o “Perfil demográfico, socioeconômico, mapeamento e estatística do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA); volume 2 “Direito à vida e saúde”; volume 3 “Direito à educação, cultura, esporte e lazer”; Volume 4 “Direito à liberdade, respeito e dignidade”; volume 5 “Direito à conveniência familiar e comunitária” e volume 6 “Direito à profissionalização e a proteção no trabalho”.

Participam da apresentação profissionais que trabalham em instituições voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes bem como juízes e promotores dessas varas.

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