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Indicador Saúde é 34,4% menor em 2010 que em 2000

08/12/2012 17h18 - Atualizado há 9 anos Publicado por: Redação
Indicador Saúde é 34,4% menor em 2010 que em 2000

Publicado no dia 4 (terça-feira) pelo Centro de Microeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vergas, o Indicador Social de Desenvolvimento dos Municípios (ISDM) de São Carlos revela queda de 0,21 em seu valor: de 6,19 em 2000 o ISDM da cidade passou para 5,98 (2010). Comparada a Araraquara, Rio Claro e Ribeirão Preto, São Carlos teve a queda mais acentuada, já que no mesmo período essas cidades tiveram respectivamente queda de 0,03 (6,12 para 6,09); 0,04 (6,07 para 6,03); e 0,13 (6,08 para 5,95).

 

Segundo o Sumário Executivo do índice, “o ISDM é construído de maneira a indicar que quanto maior o seu valor, maior o nível de desenvolvimento do município. Ele é obtido como uma média simples dos indicadores de cada dimensão, que são estabelecidos numa escala de 0 a 10, e, portanto, o ISDM também varia nessa escala”.  

Seu objetivo é o de sintetizar, em um único indicador, vários aspectos do  desenvolvimento social de um município e, através desse indicador, comparar o desempenho dos municípios entre si, além de comparar, ao longo do tempo, o comportamento dos municípios nas dimensões analisadas, que são: Habitação, Renda, Trabalho, Saúde e Segurança e Educação. E cada um deles, por sua vez, é formado por um desdobramento de dados.

Na dimensão Habitação os dados analisados são: a coleta de lixo, energia elétrica, água canalizada, esgotamento sanitário, domicílio próprio e densidade de moradores por cômodo. Na dimensão Renda é analisada os índices de extrema pobreza e a pobreza. Na Trabalho, são analisadas as taxas de ocupação, de formalização e de trabalho infantil. A dimensão Saúde é formada pelas taxas de mortalidade infantil, de mortalidade infantil por causas evitáveis, e de homicídio. Na vertente Educação, são analisadas as notas da Prova Brasil e as taxas de frequência e de analfabetismo em diferentes faixas etárias.

Em São Carlos, o indicador educacional foi o único que mostrou crescimento: de 5,87 em 2000, passou para 5,93 em 2010. O indicador habitacional teve queda de 0,04 (6,09 para 6,05), o de renda queda de 0,09 (de 6,01 para 5,92), o trabalho queda de 0,4 (de 6,5 para 6,1), e o indicador de saúde teve a mais acentuada queda: de 6,39 em 2000 para 4,19 em 2010, diminuição de 2,2 (ou 34,4 %).

As fontes para elaboração do indicar são o Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sistema de Informação sobre Mortalidade e Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos, do Ministério da Saúde, e a Prova Brasil do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

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