Cidades

Seção de controle de vetores divulga índices de Dengue em Porto Ferreira


A Seção de Controle de Vetores, da Secretaria de Saúde de Porto Ferreira realizou na 1ª quinzena de outubro a 4ª Avaliação de Densidade Larvária do município, ou seja, a última medição dos índices de infestação de mosquitos Aedes aegypti nos imóveis de Porto Ferreira, em 2019.
Após a digitação dos dados coletados na amostragem em 617 imóveis trabalhados, o resultado obtido foi de 2.59, ou seja, o município mantem-se em situação de alerta, apesar do trabalho continuado da equipe de endemias que realiza o 6º ciclo de visitas ininterruptas eliminando criadouros em residências e retirando grande quantidade de material inservível descartado em terrenos baldios dos bairros.
A colaboração e participação da população na eliminação dos criadouros e descarte correto de materiais em ecopontos e coleta pública são essenciais no combate ao mosquito e na redução dos índices de infestação. Essa atitude colabora para a diminuição de mosquitos e consequentemente uma diminuição do número de casos positivos de dengue em períodos de transmissão.
A Seção de Controle de Vetores através de toda a sua equipe têm atuado para reduzir os índices e envolver a população na prevenção de doenças. Infelizmente não podemos acabar com o Aedes aegypti e não podemos acabar com as arboviroses, portanto temos que ter a consciência que diminuir os criadouros evita surtos e epidemias de dengue, zika e chikungunya.
Não podemos acreditar que dengue é uma doença corriqueira. Ao longo dos anos, muitas pessoas contraíram o vírus e por terem se recuperado bem, acreditam que não é uma doença perigosa. Vale lembrar, que o mosquito Aedes aegypti transmite quatro tipos de vírus, DEN1-DEN2-DEN3-DEN4, ZIKA, CHIKUNGUNYA, FEBRE AMARELA, que seus sintomas são muito parecidos, podem causar agravamento do paciente e até levar à morte.
Estamos em período de chuvas e calor intensos, apesar de ainda não ser a estação mais quente do ano, o verão. O período de férias se aproxima e com isso o risco de elevação de mosquitos e transmissão de arboviroses aumenta.
“É nesse momento que devemos atuar de forma intensiva em nossas residências, ficando atentos a qualquer recipiente que possa acumular água em quintais e terrenos, manter piscinas cloradas, as lajes e calhas limpas, vasos de planta furados ou com areia no prato, bebedouros de animais limpos, e não esquecendo da bandeja de geladeira, bebedouros e aquários dentro de casa que merecem atenção redobrada”, concluiu a coordenadora do Controle de Vetores Cláudia Beozzo.

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