6 de Março de 2021

Dólar

Euro

Cidades

Jornal Primeira Página > Notícias > Cidades > Sindetur-SP contesta projeto de lei aprovado no ano passado

Sindetur-SP contesta projeto de lei aprovado no ano passado

28/04/2012 12h20 - Atualizado há 9 anos Publicado por: Redação
Sindetur-SP contesta projeto de lei aprovado no ano passado

O Sindicato das Empresas de Turismo no Estado de São Paulo (Sindetur-SP) enviou um ofício ao deputado Arnaldo Faria de Sá, solicitando a aprovação do projeto de Lei 1219/2011 e a rejeição do 125/2011, aprovado no ano passado. Ambos dizem respeito às microempresas e empresas de pequeno porte, no tocante ao pagamento do salário-maternidade às suas respectivas funcionárias, oferecendo, porém, soluções distintas.

Em termos gerais, o PL 125/2011, de 12 de maio de 2011, propõe que estes estabelecimentos possam deduzir o valor pago em licença-maternidade de outros tributos, fazendo valer uma compensação: o imposto não é pago, por conta do “crédito” oferecido às funcionárias que estiverem grávidas. Já o PL 1219/2011, defendido pelo Sindicato, sugere que o salário-maternidade seja pago diretamente pela Previdência Social e corresponda ao valor equivalente à remuneração recebida todos os meses, isentando a empresa de qualquer responsabilidade financeira.

Tendo conhecimento de que os impostos pagos são, em inúmeras oportunidades, inferiores ao valor destinado ao salário-maternidade e que a grande maioria das microempresas e empresas de pequeno porte é adepta do sistema tributário Simples Nacional, o Sindetur-SP entende que, desta forma, o ressarcimento das corporações será dificultado e, por consequência, as prejudicará. Sendo assim, o Sindicato pede um maior acompanhamento por parte das agências de viagens, solicitando a todas o apoio necessário para a aprovação do PL 1219/2011.

São consideradas microempresas os estabelecimentos que têm receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000 em um ano, enquanto as de pequeno porte apresentam rendimento igual ou superior a R$ 3.600.000 durante o mesmo período de tempo. Essenciais para a economia nacional, respondem por 40% da geração de mão de obra formal do país e representavam, em 2009, 98,9 % das empresas brasileiras.

Recomendamos para você

Comentários

Assinar
Notificar de
guest
0 Comentários
Comentários em linha
Exibir todos os comentários
0
Queremos sua opinião! Deixe um comentário.x
()
x