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Unesp mostra mutação em variante da Covid-19 que circula no município

Após entrega desse novo estudo e identificação da mutação, amostras de Porto Ferreira serão cada vez mais encaminhadas para pesquisadores

09/05/2021 10h50 - Atualizado há 1 mês Publicado por: Redação
Unesp mostra mutação em variante da Covid-19 que circula no município Foto: Divulgação

Um estudo realizado por um laboratório da Unesp de Araraquara, cujo resultado foi enviado à Secretaria de Saúde de Porto Ferreira esta semana, apontou uma mutação numa das variantes do coronavírus que circula no município.

A Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica, realiza os exames de RT-PCR para os pacientes com suspeita de covid-19. As amostras colhidas são encaminhadas a dois laboratórios: Unesp, de Araraquara, e Instituto Adolfo Lutz, de Ribeirão Preto.

Este novo estudo mostra que o município está com a circulação de duas variantes, a P1 e P2. Dentro da variante P1 existe a linhagem B1.1.28 e, dentro dela, está apresentando uma mutação, a L452R, que também está presente na variante indiana. Isto, porém, não significa confirmar que a variante indiana está circulando no município. Apenas que uma parte do sequenciamento da mutação é igual. Mais estudos e acompanhamentos serão feitos a partir de agora.

Representantes da Secretaria de Saúde tiveram uma reunião na quarta-feira (05/05) com os pesquisadores da Unesp. Foi explicado que as mutações vêm ocorrendo desde janeiro e o importante agora é observar os casos, principalmente aqueles que fogem das características já conhecidas.

Após a entrega desse novo estudo e identificação da mutação, amostras de Porto Ferreira serão cada vez mais encaminhadas para os pesquisadores.

A Secretaria de Saúde está realizando busca ativa dos casos, uma vez que esse sequenciamento demorou em torno de 30 dias para sair o resultado. “Estamos averiguando se o paciente viajou, se precisou de internação, se mais pessoas da família se contaminaram, se teve algum óbito”, disse a enfermeira Fabíola Poiatti, chefe da Vigilância Epidemiológica.

“Ressaltamos a importância do isolamento social. Estamos tendo pessoas jovens contaminadas, sendo internadas e infelizmente indo para UTI. Como não temos vacina para todos, somente com o isolamento poderemos deter o alto índice de transmissão da covid-19”, finalizou.

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