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31 anos depois, obra de Lennon continua viva

08/12/2011 11h34 - Atualizado há 10 anos Publicado por: Redação
31 anos depois, obra de Lennon continua viva

Nesta sexta-feira (8) marcam os 31 anos que um dos maiores artistas que o mundo conheceu partiu. Trata-se de John Lennon, ex-vocalista da banda de rock Beatles. Ele foi morto com cinco tiros por um “fã”em Nova Yorkem frente ao edifício Dakota onde morava, deixando a esposa, Yoko Ono, dois filhos e uma imensidão de fãs desolados. Lennon deixou uma marca musical, que continua a inspirar cada nova geração com o passar dos anos.

Para os fãs, John Lennon não morreu, pois sua memória continua viva através de todo o seu trabalho musical e de todas as formas que utilizou para propagar a paz mundial. Além de ter sido um artista fantástico, sempre se preocupou pelas causas humanitárias.

Cleber Harrison, representante de John Lennon na banda cover The Beatles One, diz que mesmo 31 após sua morte o músico ainda emociona e inspira pessoas pelo mundo todo. “Qualquer pessoa que ouvir a obra dos Beatles será tocada por alguma música, mesmo que ela não seja fã ou nunca tenha ouvido nada sobre eles. As canções são obras de arte que eles deixaram, um trabalho muito rico, que serviu de base para muitas outras bandas que surgiriam depois”.

Atualmente o mercado ainda é aquecido com as vendas de produtos de John Lennon e, consequentemente, dos Beatles. O proprietário de uma loja de discos de São Carlos, Ricardo Espósito, afirma que CDs e DVDs de John Lennon possuem grande procura, mas enfatiza que a maior busca é pelo trabalho dos Beatles. “Existe também a procura pelos botons, camisetas, bonés, adesivos e chaveiros. São produtos que saem bastante. Além disso, alguns pôsteres não estão mais disponíveis na loja, porém ainda ficam expostos como minha coleção”.

Segundo Cleber, em meados dos anos 60, com o surgimento da televisão, a jovem guarda gravou muitas músicas dos Beatles. “De forma informal a musica deles chegava aos brasileiros, influenciando muitas bandas da época, todos queriam imitá-los”.

O foco principal da banda sempre foi produzir boas músicas, eles não se preocupavam com a fama e os lucros, tanto que deixaram de fazer shows para se dedicarem somente a produção de discos.

Em 1969 Lennon anunciou aos seus parceiros que deixaria a banda, ele dizia que o sucesso do grupo tinha um preço e a fama esmagadora acabou com sua criatividade e a banda nunca alcançou o seu potencial. Lennon tinha uma personalidade diversa, inquieta e infinitamente criativa. Durante as filmagens de “How I Won the War”, John refletiu sobre como ser uma celebridade lhe proporcionaria a capacidade de tentar, com suas próprias mãos, encontrar outras saídas criativas, incluindo pintura, escritas e a forma de agir. Ele afirmou que seu objetivo era simplesmente encontrar algo que o deixasse mais excitado.

Ao contrário que muitas pessoas pensam, não houve um líder para os Beatles, Cleber explica que tanto Lennon como Paul McCartney tinham o mesmo peso na banda. “Por eles terem um modelo de banda inovador, o Paul e o John dividiam o microfone e o palco durante a carreira toda. Em nossos shows fazemos exatamente como eles, os dois contribuindo juntamente. John Lennon virou uma lenda, assim como Paul”, reflete o músico.

Dentre as canções mais importantes de John Lennon estão “Help!”, “Strawberry Fields Forever” e “All You Need Is Love”, “Revolution”, “Lucy in the Sky with Diamonds”, “Come Together”, “Across the Universe, “Don’t Let Me Down” e na carreira solo “Imagine”, “Instant Karma!”, “Happy Xmas (War is Over)”, “Woman”, “(Just Like) Starting Over” e “Watching the Wheels”.

 

Edição Jeferson Vieira

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