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Ipem analisa produtos típicos do final de ano

08/12/2012 11h38 - Atualizado há 9 anos Publicado por: Redação
Ipem analisa produtos típicos do final de ano

Em duas ações paralelas, o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) do Estado de São Paulo vem analisando na cidade diversos produtos típicos do período natalino. Uma das ações avalia os chamados produtos iguais, ou seja, embalados e pesados nas indústrias de maneira padronizada; a outra ação avalia os chamados produtos desiguais, ou seja, que são embalados e/ou pesados nos próprios estabelecimentos comerciais da cidade.

 

Na última quarta-feira, 5, primeiro dia da operação “Boas Festas” (exame de produtos iguais), foram analisadas em São Carlos 5 amostras de panetone (todas com erro, o maior sendo a falta de 47g do produto); e 13 amostras de nozes com casca, que não apresentaram irregularidades.

“São duas etapas na escolha dos produtos”, diz Ricardo da Silva Leite, delegado regional do Ipem: “Em uma delas, chamada análise preliminar, são aqueles produtos em massa, aqueles que conhecemos a massa específica. Esses nós conseguimos fazer uma avaliação preliminar no próprio estabelecimento e os produtos que apresentam uma suspeita de irregularidade nós trazemos para o laboratório. Agora, existem produtos que têm qualidades que não nos permitem analisá-los fora do laboratório, como os produtos com volume gaseificado: não temos como fazer uma análise preliminar desses. Nesse caso, fazemos uma escolha aleatória que realmente é definida no laboratório”, diz.

Na quinta-feira (6), foram analisadas 5 amostras de papel presente (erro médio relativo-percentual  de -0,2 cm/ -0,3% largura) e 5 amostras de guardanapos de papel (erro médio relativo-percentual  de -0,3 cm/ -0,9% largura, além do que uma amostra apresentou falta de 1 unidade do produto).

“Verificada a irregularidade, ocorre a autuação; depois o proprietário responsável tem 10 dias para entrar com defesa. Esta é analisada e pode ser definida uma penalidade, que pode ser uma advertência ou multa, que pode variar de R$ 100 a R$ 1,5 milhão. Os critérios para penalidade são: o que lesou o consumidor, o porte financeiro da empresa, se a distribuição é local, se é nacional; se a empresa é reincidente na irregularidade”, diz o delegado do Ipem, que ressalta: “Não tomamos nenhuma atitude com relação aos produtos iguais sem antes notificar o responsável pela marca. Ele é convidado a participar da averiguação. Já nos produtos desiguais, como o responsável é o próprio estabelecimento, esse trâmite não é necessário e posso tomar as medidas dentro do próprio estabelecimento”.

 

No Estado

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) concluiu na quinta-feira (6/12) a operação Boas Festas, que reprovou 44 (30,34%) dos 145 produtos típicos da ceias de Natal e Ano Novo examinados nos laboratórios da autarquia no interior paulista, por apresentarem quantidade diferente daquela indicada na embalagem. 

A Operação Pente Fino na cidade, responsável pela análise de produtos desiguais (aves, suínos, pescados, carnes, frutas in natura, cereais, pão, panetones e bolos) começou no dia 5 de novembro e termina dia 7 de dezembro. Os resultados serão publicados dia 10.

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