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Vendas on line compete e preocupa comerciantes

28/11/2011 21h45 - Atualizado há 10 anos Publicado por: Redação
Vendas on line compete e preocupa comerciantes

Cada vez mais as lojas virtuais ganham espaço no mercado comercial. Os produtos mais baratos chamam atenção dos consumidores que não temem comprar pelo computador. Essa alternativa de baixo custo já chama atenção de comerciantes que buscam a modernização para não serem ‘engolidos’ pela globalização da nova modalidade.

De acordo com o presidente da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (Acisc), Alfredo Maffei Neto, a expectativa de vendas para esse fim de ano do comércio em comparativo com o mesmo período do ano passado é de um aumento em torno de 10%.

Com relação a vendas online, o dirigente acredita que ainda não há comparativos as vendas no comércio, mas já fica um alerta. “Houve um crescimento absurdo desse setor, está em torno de 100% maior que anos atrás, mas tem uma base baixa. Mas fica o alerta que, no futuro, para se ter sucesso, os comerciantes terão de se modernizar”, finaliza Maffei Neto.

O gerente das Lojas Colombo, Cláudio Rogério Guimarães, relata que a loja tem um site que apresenta uma diferenciação nos preços, ele explica os motivos: “O custo operacional é o principal fator da discrepância nos preços. Nos sites, não se gasta com mão-de-obra, não se gasta com o espaço físico, é um conjunto de fatores que abaixam o preço quando comparados com lojas”.

De acordo com o Procon de São Carlos, há dois setores onde é maior o nível de reclamações. “Serviços de telefonia em primeiro lugar e logo depois produtos, onde entra a parte de compras pela internet”, afirma a diretora do departamento de defesa do consumidor da cidade, Juliana Rossi.

PROCEDIMENTO – A diretora do Procon explica que a primeira coisa a se fazer quando se verifica um problema no produto é entrar em contato com a empresa que o forneceu, verificar se há assistência técnica se for o caso e fazer o encaminhamento direto ao fabricante, além de informar a empresa sobre o ocorrido e aguardar até 30 dias a resolução do problema. Caso depois desse prazo o problema persistir, o Procon faz a notificação onde o produto deve ser trocado ou o dinheiro ser devolvido. Se mesmo assim não for resolvido, o caso passa a ser jurídico.

 

Edição Jeferson Vieira

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