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EUA cortam ajuda à Coreia do Norte

13/04/2012 18h39 - Atualizado há 9 anos Publicado por: Redação
EUA cortam ajuda à Coreia do Norte

Os Estados Unidos não vão levar adiante a ajuda alimentar planejada para a Coreia do Norte, disse a Casa Branca nesta sexta-feira, 13, após o lançamento malsucedido de um míssil de longo alcance pelo país asiático. O governo norte-americano já havia alertado que haveria consequências.

 

“Os esforços deles para lançar um míssil demonstram claramente que não se pode confiar neles para manter seus compromissos”, disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca Ben Rhodes a repórteres que viajam com o presidente Barack Obama para a Flórida.

“Portanto, não vamos seguir adiante com um acordo para fornecer-lhes qualquer assistência”, acrescentou ele, alertando que a Coreia do Norte enfrentaria sanções adicionais se desafiasse a comunidade internacional novamente, tomando mais passos “provocadores”.

A Coreia do Norte informou que o lançamento do míssil falhou na sexta-feira.

Em fevereiro, os EUA ofereceram avaliar a possibilidade de fornecer à Coreia do Norte ajuda em alimentos em troca da suspensão das atividades de enriquecimento de urânio e outro movimento em direção à desnuclearização da península coreana.

Mas o governo norte-americano tinha repetidamente alertado que o teste do míssil de longo alcance colocaria em risco a ajuda alimentar, e disse que iria começar a trabalhar em “medidas adicionais” com outras potências mundiais para dissuadir Pyongyang de novos atos de provocação.

“Hoje vamos iniciar as consultas no Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre como entregar uma mensagem aos norte-coreanos de que a comunidade internacional rejeita este lançamento e está preparada para tomar medidas adicionais, principalmente se a Coreia do Norte continuar na estrada de tomar ações provodoras”, disse Rhodes.

A Coreia do Norte, envergonhada pela falha do bastante aguardado lançamento do foguete, deve agora estar avaliando a realização do seu terceiro teste nuclear, a fim de mostrar a sua força militar.

“Se eles continuarem tomando novas ações provocadoras, nós obviamente temos que continuar procurando formas nas quais possamos reforçar as sanções sobre os norte-coreanos, e tomar medidas adicionais para aplicar pressão sobre o regime”, disse Rhodes.

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