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Coluna Miltinho de Carvalho – 24/11/2020

24/11/2020 06h52 - Atualizado há 2 meses Publicado por: Redação
Coluna Miltinho de Carvalho – 24/11/2020

Humor

Antigamente, o pessoal caçava tatu enfiando a mão no buraco e puxando o bicho pelo rabo.

Depois, passaram a injetar gás de cozinha, e o bicho saltava fora.

Ficaram tanto tempo usando este sistema, que agora e só tocar a musiquinha do caminhão do gás, que o tatu pula fora do buraco.

 

Gabriel Paran se destaca e é a promessa da música sertaneja

Gabriel Paran, músico e compositor de Cornélio Procópio, chega ao mais alto patamar da música sertaneja no país com seu novo single, ‘A Alma Presente’. A música é de autoria própria com Leka Bernal, e já é sucesso em todo o Brasil!

No início do ano, Gabriel teve uma de suas músicas como abertura do novo show da dupla Simone & Simaria, e também foi tema da turnê da dupla, que lançou o DVD em março.

Gabriel Paran já é velho conhecido no meio musical. Cantor gravou com grandes nomes como Leandro & Leonardo, Alan & Aladim, Adalberto & Adriano, Raça Negra, Marcos & Dalto, Sandra de Sá, Dudu Nobre, Léo Magalhães, além de outros sucessos.

 

Fábula

Os dois galos de briga – Respeito ao concorrente é respeito a si mesmo

Dois galos estavam disputando uma feroz luta, pelo direito de comandar o galinheiro de uma chácara. Por fim, um põe o outro para correr e é autoproclamado o vencedor.

O galo derrotado afastou-se e foi se recolher num canto sossegado do galinheiro.

O vencedor, tomado de orgulho e vaidade, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força.

Uma Águia, que pairava ali perto em busca de alimento, lançou-se sobre ele e com um golpe certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.

O galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de concorrência.

Moral da história: Orgulho ou arrogância ainda é o caminho mais curto para a ruina e a perdição.

 

Dia da consciência negra homenageia a resistência do povo negro

Zumbi e Dandara Palmares são símbolos da luta contra o racismo e a exploração

O dia 20 de novembro celebrou a luta e a resistência do povo negro no combate à escravidão e ao preconceito.

Criado a partir da pressão de diversos movimentos sociais, a data cumpre um importante papel de resgatar nossa história de luta, os exemplos de resistência contra a opressão e as tentativas de construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

A data é uma homenagem à Zumbi, último líder do Quilombo dos Palmares, assassinado em 20 de novembro de 1695. Assim como os demais quilombos criados no Brasil no período, o Palmares foi uma experiência de organização social alternativa, em que o trabalho era produzido e dividido de forma coletiva. Existiu por mais de 100 anos, e reuniu não somente negros escravizados em busca de liberdade, mas também povos nativos e uma parcela da população branca em condição de pobreza.

Ao contrário do que é usualmente divulgado, o fim da escravidão no Brasil não foi uma concessão do império; foi um direito arrancado pela luta dos negros escravizados. A Lei Áurea, assinada em 13 de maio de 1888, libertou só cerca de 5% da população de escravizados. O restante conquistou a liberdade através de fugas e da formação de quilombos ou de organização de irmandades para a compra da carta de alforria.

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