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“Buscamos garantir o cumprimento da lei”, diz Bergonso

Para proibir o uso do Airton Móvel, nós nos baseamos no Código Eleitoral, mas principalmente no Código de Trânsito Brasileiro

20 de Outubro de 2020 às 08:39 Publicado por: Redação
“Buscamos garantir o cumprimento da lei”, diz Bergonso Foto: Divulgação

Na última semana, duas notícias agitaram o noticiário político de São Carlos. A Justiça Eleitoral vetou o uso do veículo conhecido como “Airton Móvel”, por parte da campanha do prefeito Airton Garcia (PSL) e cancelou a exibição de propaganda eleitoral do candidato a prefeito do Avante, Mestre Taroba, devido à ausência de Libras. Ambos os pedidos foram feitos por Nelson Bergonso, advogado da coligação São Carlos Merece Mais. Ele salienta que a coligação não tem nada contra um ou outro candidato. “Queremos apenas que a lei seja cumprida”.

“Representamos na Justiça Eleitoral contra a coligação do prefeito Airton Garcia, para proibir o uso do Airton Móvel. Nós nos baseamos no Código Eleitoral, mas principalmente no Código de Trânsito Brasileiro. Qualquer pessoa que transportar pessoas na caçamba será multada e poderá até ter o veículo guinchado. Inclusive, o próprio candidato estava colocando a vida em risco. Sabemos que ele vem com grau de saúde abalado em virtude da situação dele”, diz Bergonso.

O advogado acredita que a representação será procedente, e a liminar será mantida, pois o veículo não atende às especificações das normas de trânsito. “Precisaria levar o carro na empresa específica, para adequar o carro às normas de trânsito. Ele precisaria ter cobertura, barras laterais, precisa ter cadeiras do número de pessoas que busca transportar, com encosto de cabeça, cinto de segurança”.

Em relação à proibição da propaganda dos candidatos Mestre Taroba e Caio Mania, devido à ausência de legendas e libras, Bergonso também espera que os candidatos sejam multados e percam tempo na televisão. “Também pedimos a aplicação da multa, além da perda de tempo igual ao tempo utilizado com as propagandas consideradas irregulares. Por exemplo, se o material irregular foi usado por 10 dias, eles vão ficar 10 dias sem poder usar a propaganda eleitoral”.

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