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São Carlos terá 12 candidatos a prefeito

Município terá “overdose” de opções dentro de um período de fim de um ciclo político e o início de outro

17 de Setembro de 2020 às 06:05 Publicado por: Redação
São Carlos terá 12 candidatos a prefeito Foto: Arte / Jornal Primeira Página

São onze homens e uma mulher. Da direita à esquerda, passando pelo centro, eles formam o maior número de candidatos a prefeito de São Carlos todos os 162 anos do município. Pela primeira vez o eleitor poderá escolher entre oito opções de candidato a prefeito.

O primeiro candidato é o atual prefeito, Airton Garcia (PSL), que tentará a reeleição, tendo Edson Ferraz (MDB) como vice. Quem também está na disputa é o advogado Netto Donato (PSDB), que ficou em segundo lugar no pleito de 2016, com mais de 25 mil votos. Ele terá o advogado Marco Aurélio Penteado (PSDB) como vice. Ainda pelo campo do centro ou centro-direita teremos os candidatos Leandro Guerreiro (Patriota) com Ivan Amaral (Patriota) como vice, Júlio César (PL) ainda sem vice definido, Marina Melo (PSD) com Doutor Mora (PSD) como vice, Antonio Sasso (Podemos) com Doutor Noé (Podemos) vice, Sérgio Ferrão (Republicanos) ainda sem vice e Mestre Taroba (Avante) com Caio Mania (Avante) sendo o vice. Pela centro esquerda aparecem os candidatos Deonir Tofolo (Solidariedade) com Jorge Carrara (PDT) de vice e Chico Loco (PSB) com Fausto Eduardo (PSB) de vice. E no campo da esquerda teremos as candidaturas de Erick Silva (PT), com Rose Mendes (PT) sendo a vice e Ronaldo Motta (PSOL), que terá Leandro Gonçalves (PSOL) como vice.

Em 2000 o município contou com a participação de 7 candidatos, até então, o recorde. Em 2004 este número caiu para 5 candidatos. Em 2008 o número de 5 concorrentes se repetiu. Apenas em 2012 o número de prefeituráveis saltou para 6. Este número se manteve em 2016. O recordista de participações é Paulo Altomani. Ele disputou em 1992, 1996, 2000, 2004,2008, 2012 e 2016, vencendo apenas em 2012.

Analistas oferecem algumas explicações para o grande número de candidatos. Alguns apontam o fato de que uma geração política está chegando ao fim e uma nova está surgindo, o que forçaria um grande número de candidatos. Outros atribuem esta “avalanche” de candidatos ao fato de se acreditar que com candidato na cabeça da chapa seria mais fácil para se buscar voto de legenda e eleger, assim, mais vereadores.

Outros ainda veem neste vasto número de alternativas uma total incapacidade de as lideranças atuais conseguirem articular e negociar politicamente para se chegar a alianças sólidas e bem estruturadas.

Na edição de amanhã, o Jornal Primeira Página trará um especial com as biografias dos candidatos e seus vices.

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