Política

Sessão tumultuada aprova quase todos os projetos


Em mais uma sessão marcada por troca de farpas e acusações entre vereadores e público, quase todos os projetos de lei que estavam na pauta da Câmara Municipal foram aprovados na tarde de ontem.

Foi adiada para a próxima sessão apenas o projeto de lei 12, da Prefeitura Municipal, que autoriza o Poder Executivo a não ajuizar ações ou execuções fiscais de débitos de pequeno valor, de natureza tributária e não tributária e dispõe sobre o cancelamento dos débitos que especifica, e dá outras providências.

Foram aprovados os projetos 51 e 56 que autorizam o Poder Executivo a abrir crédito adicional especial, no Fundo Municipal de Saúde, e o 53 que autoriza a abertura de crédito suplementar na Prefeitura Municipal. Os vereadores também deram sinal verde para o projeto 39, do vereador Júlio César Pereira de Souza (DEM), que denomina o canteiro central da Avenida José Pereira Lopes de “Irmão Albino Affonso Ludwig”.

TUMULTO – Os tumultos na sessão da Câmara de ontem começaram quando o vereador Dé Alvim (PT) utilizou a palavra. Apesar das críticas, Dé manteve seu discurso e disse que vai continuar seu trabalho em prol da população do Grande Cidade Aracy, na Região Sul da cidade.

O vereador Equimarcílias de Souza Freire (PMDB) tomou as dores do colega e passou a discutir com várias pessoas presentes, sendo vaiado por alguns dos presentes. A sessão chegou a ser interrompida por alguns minutos até que a situação se acalmasse. Marquinho Amaral (PSDB) interveio e disse que ninguém iria tirar ninguém da população do plenário da Casa de Leis. Depois de alguns desentendimentos, a situação se acalmou e os vereadores voltaram a usar a palavra na tribuna.

SAÚDE – O vereador Júlio César fez várias críticas ao setor de saúde do município, lembrando inclusive o caso da balconista Aparecida Gomes de Oliveira, de 53 anos, que morreu na última quinta-feira (1º) em São Carlos, após uma espera de sete meses por uma cirurgia.

Aparecida tinha dois aneurismas graves. O caso foi mostrado pelo Jornal Regional no dia 23 de dezembro do ano passado. Ela tinha necessidade de cirurgia desde agosto de 2011. Como não podia pagar pelo procedimento, que custa R$ 35 mil, procurou ajuda da prefeitura.

O vereador Lineu Navarro (PT) partiu em defesa do governo e afirmou que entende que o segmento da saúde é o “prato preferido” da bancada de oposição no Legislativo.

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