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Confira a coluna política mais polêmica de São Carlos (SP) e região

09/05/2021 05h55 - Atualizado há 1 mês Publicado por: Redação
Torpedos

Feliz Dia das Mães

O Jornal Primeira Página deseja um Feliz Dia das Mães para todas as mães que diariamente se sacrificam pelos seus filhos, que amam com todo seu coração e alma.

Perdido

O vereador Robertinho Mori (PSL) ficou sem RUMO com a decisão judicial que suspendeu a legislação que proíbe uso da buzina de trem no período noturno em São Carlos. Para o desembargador, a legislação federal sobre o assunto é a que prevalece. Ou seja, de nada adiantou a lei de Robertinho…

Vale lembrar

Robertinho, no passado, já havia aprovado legislação a respeito da poluição sonora no município. Porém, a lei é praticamente inócua, pois a Prefeitura sequer dispõe dos instrumentos para fiscalização. Na verdade, o vereador só faz barulho com essas legislações, que acabam não vingando.

Barulho

Dizem nos bastidores que Robertinho Mori, como forma de protesto, levará sua orquestra em frente à sede da Rumo, para ficar tocando das 22 h às 05 h. Risos, risos, risos.

Plano São Paulo

Conforme a coluna já havia antecipado, foi mantida a fase de transição do Plano São Paulo no Estado e apenas houve a ampliação do horário de funcionamento do comércio.

Derrota

O Sindicato dos Bares e Restaurantes perdeu a liminar que pleiteava na Justiça o funcionamento da modalidade drive-thru além do horário permitido pelo Plano São Paulo.

Homologação

A Justiça homologou acordo para que a operadora de cartões Ecopag, que foi responsável pelo vale-refeição durante o governo Altomani, proceda com o pagamento para os credores.

Rescisão

A Secretaria de Assistência Social cancelou o contrato de locação do imóvel que abrigava a Casa de Acolhimento Infantil. Um novo imóvel deverá ser locado em breve.

Recuperação

O Vereador Lucão Fernandes (MDB) está em plena recuperação da Covid-19 e apresenta grandes melhoras em seu estado de saúde. Desejamos ampla recuperação ao parlamentar e sua esposa Suely Fernandes.

Acordo coletivo

O funcionalismo público rejeitou o acordo coletivo proposto pela Prefeitura, que não continha previsão de reajuste salarial. Na assembleia, 165 servidores votaram, 122 reprovaram o acordo, 36 aprovaram e sete se abstiveram.

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