Terça-feira, 21 Novembro 2017  13:11:29

Torpedos - 21/09/2017

  • Escrito por  Redação
Torpedos - 21/09/2017 (Foto: Divulgação)

Abandono

Na rua Marcílio Dias, perto do número 200, em Vila Prado, mais um terreno abandonado. Os moradores pedem a fiscalização da Prefeitura.

Pobreza

Na tribuna da Câmara, os vereadores têm o pleno direito de expressarem suas opiniões. Mas usarem tanto tempo para discutirem o caso da Exposição do Santander... sinceramente! A imagem do banco sofreu um desgaste sem precedentes, frisa-se. E a exposição pode ser considerada uma derrapada do estabelecimento bancário. Agora, o que o nosso Legislativo precisa é aprofundar o debate sobre os temas da cidade.

Atenção

Uma das funcionárias da entidade Anita Costa disse, na mesma tribuna ocupada pelos nobres edis: tem funcionário de filantrópica que não tem dinheiro para comprar arroz e feijão por causa dos atrasos nos repasses. E vimos poucos vereadores empunharem essa bandeira na sessão de terça.

Correria 

A Prefeitura corre contra o tempo para amenizar a polêmica criada em torno da falta de repasse de recursos a entidades sociais. Inclusive, era preparada uma edição extra do Diário Oficial para o pagamento das subvenções.

Contribuição

Quem está próximo de Airton Garcia (PSB) garante. O prefeito de São Carlos vê com reticência a implantação da Contribuição de Iluminação Pública (CIP). Será?

Implicações 

Já o secretário de Planejamento e Gestão, Roberto Ignatios, o Inigo, garante: o prefeito corre o risco de responder por improbidade administrativa. O motivo? Renúncia de receita.

Em Sorocaba

No dia 17 de agosto, a Câmara de Sorocaba rejeitou o projeto de Contribuição por Iluminação Pública (CIP). O vereador Francisco França utilizou a tribuna para defender a rejeição do projeto, assim como outros parlamentares que criticaram a criação de uma nova taxa como os vereadores José Francisco Martinez (PSDB) e Fernando Dini (PMDB) que liberaram as bancadas para votação. 

Líder 

França, que é líder do governo do prefeito Crespo (DEM), afirmou que o momento político não permite a aprovação da CIP e Martinez ressaltou que também se posicionou contrariamente à criação da mesma taxa quando proposta pelo governo anterior. Os demais líderes de bancada também encaminharam os votos contrários ao projeto que foi rejeitado por unanimidade.

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