Terça-feira, 21 Novembro 2017  13:09:43

Torpedos - 17/10/2017

  • Escrito por  Redação
Torpedos - 17/10/2017 (Foto: Reprodução)

Que fase!

Quem diria: o político/comerciante João Muller (PMDB) usou as redes sociais para anunciar. Quer passar o ponto de sua loja de conveniência “devido a novos compromissos na vida pública”. Quem tem a paciência de ler esta coluna, já sabia dessa intenção do político faz bastante tempo. No mínimo um mês!

Destino

João Muller deve seguir o caminho da Secretaria de Obras Públicas, no lugar de Reginaldo Peronti. Muller deveria assumir uma outra secretaria, mas o choro do ‘papi’ na padaria surtiu efeito.

Foco

A coluna conversou com cardeais e ex-cardeais do PMDB. Eles asseguram que a negociação de Muller com o governo Airton não significa, necessariamente, acordo político com a sigla. Vale lembrar que Marquinho Amaral (PMDB) negocia a liderança de governo na Câmara.

Descompassado 

Atitudes como a de Muller e de Marquinho podem levar o PMDB a um racha. Tem ex-cardeal ‘rebolando’ para segurar a militância.

Verdade

A verdade é uma só. Muller é um bom político, estudioso de gestão pública. Mas perdeu o foco. Foi eleito vereador, depois focou em cargo na administração e no meio do caminho investiu em comércio. Nessas incursões, o mandato à Câmara tornou-se pífio. Ou seja, mergulhou na vala comum da mediocridade política.  

De volta!

O ex-vereador Catharino (PP) está a organizar o desfile de 4 de novembro, aniversário de São Carlos. E o político resgata Ataíde Patreze para classificar o evento: “um luxo!”.

Otimistas

As estimativas mais otimistas da Prefeitura davam conta de uma negociação de até R$ 70 milhões no Refis. “Esse Airton é largo mesmo”, desabafou um integrante do governo sobre o sucesso do programa de Recuperação Financeira.

Única

No início da manhã, a fila dobrava o quarteirão do SIM da Major José Inácio. O Refis é um sucesso. Disso ninguém duvida, mas poderia ser ainda melhor se a Prefeitura fizesse um planejamento de atendimento durante e após o feriado.

Exemplo

A coluna conversou com um contribuinte que foi negociar algo em torno de R$ 3 mil em impostos atrasados. Ele revelou que dirigiu-se ao SIM na sexta-feira, 13 de outubro. E encontrou a repartição fechada por causa do ponto facultativo.

Problemas

Outros problemas foram detectados durante os dias que antecederam o prazo final. O sistema sofreu pane e até a retirada da senha deu ‘tilt’. Sob a condição de anonimato, servidores reclamaram do sistema operacional que, segundo eles, precisa de uma atualização urgente, inclusive apontaram a necessidade de compra de novos computadores.

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