Segunda-feira, 16 Julho 2018  04:50:16

Topredos 19/06

  • Escrito por  DA REDAÇÃO

Rodeio de Ibaté

Encerrou no último final de semana o 31º Rodeio de Ibaté, evento tradicional nas festividades de aniversário da cidade e, como sempre, foi um sucesso. Claro que imprevistos acontecem e tudo o que vem acontecendo no país contribuiu para, em alguns dias, o público não encher a arena do evento.

Rodeio de Ibaté II

Queremos aqui deixar nossos parabéns a toda comissão organizadora do evento, em especial ao prefeito Zé Parrella, que recebeu todos como um anfitrião. Todos foram recebidos em seu camarote para fotos e entrevista.

Rodeio de Ibaté III

Outra pessoa que não mediu esforço para atender toda imprensa da região foi o assessor do prefeito, José Augusto, que levou em conta todas as solicitações dos veículos de comunicação, sendo nítida a correria do moço para que tudo saísse perfeito. Quem sabe assim ele diminuiu a circunferência da barriga. Brincadeira a parte, parabéns a todos.

“Acredito”  

No próximo dia 25, um movimento que se denomina “suprapartidário de renovação política” será lançado em São Carlos. O nome do movimento? “Acredito”. Segundo a assessoria do grupo, lideranças do movimento, como Tabata Amaral, estarão na cidade para apresentar os objetivos, as ações desenvolvidas até agora e os projetos.

“Acredito” II

O evento acontece a partir das 19h, no Palquinho do CAASO. A entrada é gratuita. Segundo Tabata, a ideia é “mostrar para todo o Estado e todo o país que é possível acreditar em uma política que combata privilégios, uma política com novas pessoas, práticas e ideias e um Congresso com a cara do Brasil”.

“Acredito” III

Em época de eleições, e em um momento histórico em que as lideranças políticas tradicionais caíram em descrédito (muitas por estarem presas), é importante ouvir quem acredita em uma política “que trabalhe por um país justo, inclusivo, desenvolvido e menos desigual”. Com um adendo, apenas: este também foi sempre foi o discurso da política tradicional.

Combustíveis

“Brasil gasta cerca de R$68 bilhões por ano com subsídios a combustíveis fósseis”, aponta estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). Esse dinheiro, claro, deixa de ser investido em políticas públicas. “Sigilo fiscal impede população de saber quem são os maiores beneficiados com as medidas”, ainda afirma o estudo.

Combustíveis II

Para o estudo, “subsídio a combustíveis fósseis” é tudo o que o governo gasta ou deixa de arrecadar para beneficiar diretamente o produtor de petróleo, gás natural e carvão mineral ou o consumidor de gasolina, óleo diesel e gás de cozinha. De fato, são 68 bilhões de razões que dão o que pensar com relação à política energética do país.  

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