Quinta-feira, 13 Dezembro 2018  10:23:22

Torpedos 27/07

  • Escrito por  DA REDAÇÃO

Não é mais a mesma

Retrato da Praça Coronel Salles. O pior possível. Outrora habitada por pombos, hoje os ‘nóias’ e andarilhos permeiam o espaço. E pensar que, no passado, aquele ponto incrustrado no centro de São Carlos era considerado um ponto turístico. Como diria Lilico, o personagem que tocava bumbo na Praça é Nossa: “Tempo bom, não volta mais. Saudade... de outros tempos iguais!”.

Será que vai dar praia?

Sumido da mídia, Oswaldo Barba (PT) ciceroneou o deputado federal Paulo Teixeira (PT) em São Carlos. Nos corredores do Primeira Página, o ex-prefeito de São Carlos foi provocado. “Prefeito, que tal uma dobradinha Newton Lima prefeito, Oswaldo Barba vice?”, provocou um repórter gordinho, simpático e enxerido. “Não descarte nenhuma possibilidade. Não descarte”, devolveu Barba.

Será que vai dar praia? II

No programa do Tucura, na Rádio São Carlos AM, Barba também foi provocado a avaliar a administração Airton Garcia. Como um Lord do Bem (hoje na prefeitura temos um Lord. Só que Ching Ling) o ex-prefeito petista diz não se sentir confortável a fazer uma avaliação, pois conhece bem as mazelas da administração pública.

Altomani

Outra entrevista interessante aconteceu na quarta-feira. Altomani esteve no programa do Jeferson Vieira, também na Rádio São Carlos AM. O ex-prefeito de São Carlos avaliou Airton Garcia como ‘um pouco arrogante’. O problema é que muitos são-carlenses consideravam o ex-prefeito arrogante. Ele rebateu: “as pessoas que trabalhavam comigo sabiam da minha humildade”.

Papai

Para Altomani, um prefeito é pai de todos. E a gestão dele merece nota 11, pois fez mais que os prefeitos do PT, que governaram São Carlos por 12 anos. E você, leitor, o que acha disso?

Briga interna

O PMDB perdeu o P, mas segue a produzir ‘cacas’, pra não escrever uma palavra mais pesada e com a letra ‘p’. A alta cúpula local, está contrariada com uma interferência externa e oculta nos destinos da sigla.

Briga interna

Em São Carlos, o partido comprometeu-se a não lançar candidatos a deputado estadual. Mas no PMDB, sem o P, apronta surpresinhas: querem lançar uma mulher muito simpática, mas que não tem pegada eleitoral. Será que eles querem apenas cumprir as cotas? Ou os 50 mil motivos pesam bastante? Lucão, Netto Donato e companhia bela estão contentes com isso? Ontem à noite houve reunião. Será que o pau torou?

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